GreenPeace

domingo, 23 de agosto de 2015

Baleia pede ajuda a pescadores para tirar lixo preso em sua cabeça

Baleia pede ajuda a pescadores para tirar lixo preso em sua cabeça


Michael Rigio e Ivan Iskenderian estavam pescando em uma região próxima à Sidney, na Austrália, quando uma baleia franca-austral - que pode chegar a 18 metros de comprimento - aproximou-se do barco com uma sacola plástica e linhas emaranhadas em sua cara.

O animal chegou perto da embarcação diversas vezes, sempre colocando acima do nível da água seus olhos, como se estivesse realmente pedindo ajuda.

Então, os garotos tiraram o lixo da baleia que pareceu agradecer o ato, já que segundos depois continuou ao redor deles batendo suas nadadeiras na superfície da água.

De acordo com o especialista Geoff Ross o comportamento foi "inesperado e único para um animal selvagem, principalemente devido ao seu tamanho. Porém, elas são bastante inteligentes".

(Reprodução/De Hoop Collection)

Marcelo Paolini

https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incr%C3%ADvel/baleia-pede-ajuda-a-pescadores-para-tirar-lixo-preso-em-sua-cabe%C3%A7a-161342643.html

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Correntes Marítimas

Correntes Marítimas




As correntes marítimas são porções de água que se deslocam impulsionadas por vários fatores que se inter-relacionam, formando verdadeiros “rios” dentro dos oceanos. Elas se formam em função das diferenças de temperatura e de salinidade da água, do relevo submarino e das variações de pressão atmosférica e suas influências no deslocamento das massas de ar e dos ventos.
Possuem velocidade pequena, geralmente de 5 a 10 km/h. Porém, em função do fluxo constante, disseminam espécies animais e vegetais pelos locais por onde passam, favorecen­do a ampliação e diversificação biológica no planeta
As correntes que fluem do Equador para os polos possuem águas quentes, como a Corrente do Golfo, ou Gulf Stream, que nasce nas Antilhas, na América Central. E uma corrente quente do Atlântico que se desloca para a Europa, onde exer­ce grande influência climática – suavizando o rigor do inver­no de alguns países, principalmente nas ilhas britânicas.
As correntes quentes são mais superficiais, em função das características físicas das águas mais aquecidas, podendo se deslocar com mais velocidade. Ao se desloca­rem para regiões de águas frias, favorecem a proliferação de pescado nas zonas de contato entre as águas com tem­peraturas diferentes.
As correntes marítimas quentes mais importantes são:
  • Kuroshio ou Corrente do Japão – é uma corrente do Pacífico que suaviza o inverno no Japão;
  • Corrente das Guianas e do Brasil – que influenciam o clima brasileiro no litoral norte e oriental, respectivamente.
As correntes que fluem dos polos para o Equador possuem águas frias, como a Corrente de Humboldt ouCorrente do Peru que esfria o ar diminuindo a evaporação e as precipitações atmosféricas, formando um extenso deserto costeiro no norte do Chile, o deserto de Atacama.
As correntes frias são mais profundas, em função das características físicas das águas. Por isso, revolvem o mate­rial fino depositado no fundo das plataformas continentais, constituído de substâncias orgânicas e minerais decompostas. Estas afloram à superfície, onde criam condições especiais à proliferação do fitoplâncton, em função da grande quantidade de fosfato que colocam em suspensão. Esse fenômeno é conhecido como ressurgência, atraindo grandes quantidades de cardumes.
As correntes profundas que se originam entre a Islândia e a Groenlândia e no mar Labrador se deslocam pelo Ocea­no Atlântico em sentido anti-horário, provocando resfriamento nas zonas costeiras do Canadá e EUA.
Mapa com as correntes marítimas quentes e frias
Além de exercer um papel fundamental na regulação das variações climáticas, as correntes marítimas têm tam­bém efeitos econômicos. Concentram grande quantidade e variedade de cardumes, estimulando a atividade pesquei­ra. Também dão velocidade às embarcações que navegam no mesmo sentido de suas direções.
Outras, como a corrente quente do Golfo (Gulf Stream), evitam o congelamento de portos no Atlântico Norte (Eu­ropa) permitindo o fluxo de mercadorias o ano todo. Por outro lado, a corrente fria do Labrador migra do Ártico para o Sul e congela os portos da costa nordeste da Améri­ca do Norte, estabelecendo uma regulação da atividade econômica na região.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

AQUECIMENTO GLOBAL - UMA FARSA ??????????

Aquecimento global é uma grande mentira, diz doutor em Climatologia da USP




SÃO PAULO - Ricardo Augusto Felício, especialista em clima, crava também que tudo não passa de uma "balela" criada para fins políticos e econômicos

Dr. Ricardo Augusto Felício, climatologista da USP, segue a corrente de cientistas que não acreditam na hipótese do aquecimento global
Dr. Ricardo Augusto Felício, climatologista da USP, segue a corrente de cientistas que não acreditam na hipótese do aquecimento global
Foto: Divulgação
Há pelo menos três décadas o tema sustentabilidade tomou conta da agenda internacional. Governos do mundo inteiro se dizem preocupados e montam estratégias de “como conservar o planeta”. Os possíveis malefícios que o chamado aquecimento global pode causar à humanidade nos são ensinados desde a época da escola, quase que na mesma proporção das quatro operações básicas da matemática e da concordância.
O efeito estufa e os buracos na camada de ozônio entraram na nossa casa por meio dos veículos de comunicação, que tomaram a pauta para si e veiculam as catástrofes anunciadas por cientistas.
Ser sustentável se tornou cool. Cuidar da natureza para mantê-la próspera e exuberante para as próximas gerações, uma obrigatoriedade. E se a esta altura viesse alguém com gabarito, teses científicas, e muitos argumentos embasados e convincentes dizer que tudo isso não basta de balela, impossível, e que por trás de todo este cataclisma criado, há muito mais poder político econômico, do que de fato algo que realmente está existindo?
Pois bem. Este alguém existe. E não é um único alguém. Há no mundo centenas de cientistas que tentam expor suas teses de que o aquecimento global não passa de uma farsa inventada.
No Brasil, um dos maiores expoentes desta corrente chama-se Ricardo Augusto Felício, doutor em Climatologia pela Universidade de São Paulo (USP), que junto com sua equipe do Departamento de Geografia tenta ecoar sua voz para mostrar que entramos numa rota equivocada, e que o debate precisa ser ampliado, para tratar deste assunto do modo como ele merece.
“A história do aquecimento global é baseada em um conceito físico que não existe, e não se consegue fazer evidência desta existência. É uma grande balela. Os cientistas perguntam onde estão as provas desta existência, e o lado de lá [cientistas e ambientalistas que acreditam] há 26 anos não nos apresentam”, crava o especialista.  “A força que eles conseguiram para manter esta ideia vem do caos ambiental. O aquecimento global se tornou o mal para todos os problemas da sociedade, e isso é ridículo”, afirma.
Efeito estufa e camada de ozônio
Os ambientalistas sustentam a tese de que o aquecimento global seria oriundo da re-emissão causada por gases ditos de "efeito estufa", graças a sua elevação de concentração na atmosfera, por exemplo, do dióxido de carbono (CO2). 
“O grande absurdo de tudo isso é achar que um elemento só controla tudo, dizendo que o CO2 ou qualquer outro gás causaria o efeito estufa. Este reducionismo é ridículo, é chamar todos os cientistas da história de idiotas.Primeiro, porque, quem controla (o clima da Terra é o Sol, e depois são os oceanos, que são 3/4 do planeta”, explica o climatologista
“O CO2 não tem nenhuma contribuição específica, sua taxa na atmosfera equivale a apenas 0,035%, no máximo, e a própria elevação deste gás é suspeita, se comparar medições de satélites com as de superfície, não batem. Não dá para acreditar nisso, primeiro por conta das medidas, segundo porque a hipótese é furada”, continua o climatologista. “A história deles é que estas moléculas fariam um jogo de ping-pong com a radiação infravermelha e voltariam para a Terra. Isso não dá para acreditar, porque primeiro se ela absorvesse a energia ela trabalharia em um processo isotrópico e deveria ir para todos os lados, e não como uma raquete que bate e volta para o planeta. O efeito estufa é uma teoria física que não existe, por conta de que nosso planeta tem esta temperatura, pois a atmosfera recebe a energia do Sol”,
Outro argumento para sustentar a teoria do aquecimento global, questionado pelo climatologista, refere-se ao derretimento do gelo nos oceanos, que estariam elevando o nível do mar.
“Para se ter uma ideia existem 160 mil geleiras no planeta, mas no máximo 50 são mapeadas. Vivemos no período interglacial, e nesta época, é da natureza dos gelos se derreterem, isso é geológico. O derretimento é resultado da devolução de água para o sistema hidrológico. Depois o processo se inverte, e a água é depositada nas geleiras em forma de neve. Isso é um ciclo natural muito estudado na natureza”, afirma. “E a geleira que hoje derrete está dentro do oceano, ou seja, é água dentro de água, não altera nada, por isso, não eleva o nível do mar. Ele tem seus ciclos e variações, que aumentam um pouco, o que é normal”, sustenta.
Interesses por trás
Felício também discorre que para manter este tema quente, indústrias, governos, mídia, e uma sociedade leiga neste assunto e com medo, dão combustível para que a cada dia o aquecimento global continue amedrontando o mundo inteiro. Ele ainda afirma que a grande maioria dos cientistas que atuam neste sentido é profissional que trabalhou durante a Guerra Fria (1945-1989), e com a queda do Muro de Berlim, ficaria desempregado. “Mudaram o tema da guerra termoglobal para aquecimento global”, coloca. “Estes cientistas gostam de simulações, as mesmas que faziam em casos de bombas, hoje fazem-se em criar possíveis catástrofes”, diz..
Além, claro, ainda de acordo com a sua visão, haver muito interesse econômico para sustentar a corrente “aquecimentista”.
“Vejamos o caso das patentes. A atual, (H)CFC (Hidroclorofluorcarboneto), irá vencer em breve. Ou seja, precisarão de uma nova, e nossos equipamentos que possuem este gás precisarão ser renovados, assim como parques industriais inteiros, já que criaram a história de que ele prejudica a camada de ozônio. Isso gera muito dinheiro, alguém está ganhando muito com isso. Não é bom acabar”, afirma. “Desculpe dizer, mas a mídia tem boa parte da culpa, porque segue esta agenda internacional”, continua. “Se prestar atenção o discurso ambientalista é favorável ao governo, pois assim sustenta mais impostos, age no cerceamento dos direitos civis, inclusive não faz obrigações ambientais, com a desculpa do aquecimento”, critica.
http://www.dci.com.br/dci-sp/aquecimento-global-e-uma-grande-mentira,-diz-doutor-em-climatologia-da-usp-id294697.html